Karim & Théo: Amor secreto e paixão crua no bairro
Publicado em 19/08/2025
Moussa, o melhor amigo de Karim, começa a perceber que seu irmão está estranho ultimamente. Normalmente, Karim está sempre por perto para sair, fumar um baseado ou falar das garotas do bairro. Mas agora, nada. Karim o evita, responde às mensagens pela metade, e quando está por perto, tem a cabeça em outro lugar, como se estivesse escondendo algo. Moussa, com seu faro de cara determinado, pensa na hora: “Esse filho da puta tem namorada, é certeza.” Ele imagina uma gata bem gostosa, daquelas que fazem a gente virar o pescoço, e isso o irrita um pouco. “Por que esse desgraçado não me diz nada?”, ele murmura, dando um trago no seu cigarro, sentado em um banco perto do campo de futebol.
Um dia, depois da aula, Moussa está voltando a pé para a cidade. Ele passa por trás da estação de trem e, bum, se depara com algo que o choca. Karim está lá, em um canto, conversando em voz baixa com Théo, o jovem discreto de óculos que vive com seus livros. Os dois estão próximos, muito próximos, tipo Karim com a mão no ombro de Théo, e ele rindo como se estivessem sozinhos no mundo. Moussa congela. Seu cérebro buga. “Que porra é essa?”, ele pensa, ficando escondido atrás de um muro.
Karim percebe um movimento com o canto do olho e vira a cabeça. Quando vê Moussa, seu rosto muda na hora. Pânico puro e duro. Ele empurra Théo com um solavanco seco, como se o estivesse jogando para longe. “Cai fora, você! Eu te disse para não grudar em mim!”, ele solta, com a voz trêmula, mas siva. Théo, chocado, o encara com olhos arregalados, a boca aberta, incapaz de responder. Ele gagueja algo como “Mas… Karim…”, mas Karim o corta na hora: “Eu disse, vaza!”. Théo, todo vermelho, abaixa a cabeça e sai correndo rápido, com os punhos cerrados.
Moussa, ainda na sombra, entende tudo, mas não diz nada. Ele vê que Karim está em pânico, como se tivesse sido pego em flagrante. “Quem era aquele cara?”, ele pergunta enquanto se aproxima do amigo. “Ninguém, só um viadinho que me perguntou se eu vendia maconha,” responde Karim. “Eu disse a ele que não estava nisso.” Moussa decide parar de fazer perguntas na hora.
À noite, no seu quarto, Karim não está tranquilo. Ele está super estressado e ainda irritado com o que aconteceu no final da tarde. Enquanto seus pais, seu irmão e sua irmã estão dormindo, ele remoe e sabe que vai dxxxir mal. Ele precisa liberar a tensão. Pega seu computador e seus AirPods e começa a assistir a pornografia no sitebeur.com. Tira o pau dos shorts, cospe na mão e começa a se masturbar. Na sua cabeça, passam as imagens do filme pornô que ele está assistindo, mas também flashes dele e de Théo de mais cedo. Deitado na cama com as pernas abertas, ele agita freneticamente a sua vara por 5 minutos antes de ejacular ferozmente na tela.
No dia seguinte, na aula, Théo tenta olhar para Karim, mas este o ignora completamente. Como se ele não existisse. Isso destrói Théo. Ele sente a raiva aumentar, misturada com uma dor que não gosta muito de admitir. Karim, por sua vez, age de forma desapegada, cercado de seus amigos, falando de futebol e besteiras, mas no fundo, ele está mal. Ele ficou com muito medo ontem. Se Moussa descobrir que ele gosta de caras, já era. Na cidade, isso não tem perdão. Ele se repete que deve cortar os laços com Théo, pelo menos em público, para evitar a vergonha.
Mas o fim de semana chega, e Karim está com a cabeça uma bagunça. Ele precisa esvaziar as bolas, liberar a pressão novamente. Ele pensa em Théo, no seu olhar doce, no seu bundinha que ele adora comer. Ele luta por dois minutos, depois cede. Pega o telefone e liga para Théo, que atende depois de três toques, com a voz fria. “O que você quer?”, ele solta, irritado.
Karim, fiel a si mesmo, age como um cara seguro: “Vem aqui hoje à noite, no estacionamento abandonado, a gente vai conversar.” Théo hesita. Ele está muito bravo, mas ainda há algo que o empurra em direção a Karim, essa mistura de medo e desejo. “Você está falando sério agora? Depois de ter me jogado fora como lixo?”, ele pergunta. Karim, um pouco envergonhado, mas ainda no seu papel de valentão: “Qual é, não seja fresco, vem.” Théo acaba cedendo, mas jura para si mesmo que desta vez, ele não vai se deixar.
Ele chega ao estacionamento subterrâneo onde algumas luzes de neon ainda piscam. Karim está lá, encostado em um muro, de calça de moletom cinza, capuz levantado, seu sorriso de bandido bem colocado. “Você veio, que bom,” ele diz, se aproximando diretamente. Ele põe uma mão na nuca de Théo, pronto para lamber os lábios dele, mas Théo o empurra com um solavanco. “Não, espere, Karim. Eu não sou seu brinquedo?”, ele solta, com a voz trêmula, mas firme. Karim franze a testa, não acostumado a Théo o enfrentando. “Qual é a sua onda, agora?”. Théo, impulsionado pela raiva, continua: “O que você pensou? Que podia me jogar fora na frente do seu amigo e depois me ligar para que eu te fizesse um boquete ou para você me foder? Eu não sou sua puta!”
A atmosfera está tensa, como se pudesse explodir a qualquer momento. Karim quer agredi-lo, mas pensa melhor. Ele quer muito foder e não quer estragar a oportunidade. Ele engole seu orgulho e abaixa os olhos por um segundo, depois os levanta. “Eu errei, tá legal? Eu me apavorei por causa do meu amigo Moussa. Eu não quero que a cidade saiba sobre… sobre nós.” Théo o encara, com os punhos ainda cerrados. “E eu, o que eu faço, hein? Eu escondo quem eu sou por sua causa? Eu gosto de você, Karim, mas não vou me deixar humilhar toda vez que você tiver medo de ser descoberto.”
Karim, pela primeira vez, não sabe o que responder. Ele se aproxima lentamente de Théo para beijá-lo. Apesar da raiva, Théo sabe que é hora de ceder. Ele começa a conhecer Karim e sabe que não terá mais desculpas e que essa é a maneira dele de pedir perdão. O ar está pesado, carregado de umidade e tensão. Karim, com os olhos brilhando com uma mistura de desejo e estresse, beija Théo apaixonadamente, e então, com um gesto rápido, abaixa sua calça de moletom cinza, revelando seu pau grande e circuncidado bem ereto, pronto para a ação. Théo, ainda abalado pelo encontro, o encara, dividido entre sua raiva e aquela maldita atração que o faz ceder toda vez. Ele, também, está com muita vontade de ser fodido.
Sem perder tempo, Karim se aproxima, agarra Théo pelos quadris e o levanta. “Segure-se,” ele murmura, com a voz rouca, enquanto o prensa contra um pilar de concreto. Théo, com as pernas tremendo, se agarra aos ombros musculosos de Karim, seu coração batendo a cem por hora. Karim, com um movimento seguro, posiciona Théo para que ele se sente no seu pau. Ele cospe na mão, unta sua glande e o buraco de Théo, e então se enfia de uma vez, sem muita delicadeza. Théo solta um grito abafado, uma mistura de dor e prazer que ecoa no silêncio do estacionamento. Karim, de imediato, coloca a mão na boca de Théo, os dedos apertados para abafar seus gritos. “Fecha a boca, porra, não faz barulho!”, ele rosna, seus olhos varrendo os arredores, com medo de que um cara do bairro ou um policial passe por lá.
O medo de ser descoberto o torna ainda mais selvagem, suas estocadas são brutais, desordenadas, mas ele adora. Théo se agarra ao pescoço de Karim, seu corpo sendo sacudido a cada movimento. As luzes de neon piscam, lançando sombras sobre seus corpos suados. Por dez minutos, é uma loucura. Karim destrói Théo, alternando entre estocadas potentes e momentos em que ele desacelera, como se quisesse fazer o prazer durar. Théo, apesar da dor inicial, começa a gostar, seus gemidos abafados pela mão de Karim. Ele sente o calor subir, seu próprio prazer aumentando apesar do concreto frio contra suas costas.
Karim, por sua vez, está a mil, sua respiração rouca, seus músculos tensos. Ele murmura coisas como “Você é meu, Théo,” entre dois gemidos, e Théo, perdido no prazer, não consegue evitar balançar a cabeça. Quando Karim sente que vai gozar, ele acelera, suas mãos agarrando as nádegas de Théo ainda mais forte. Ele mantém a mão na boca de Théo por um segundo para rosnar: “Não abra a boca, ok?”. Então, com uma última estocada, ele se esvazia em Théo, um gemido surdo escapando de sua garganta. Théo, sem fôlego, sente o calor invadir sua bunda e treme, ao mesmo tempo exausto e eletrizado.
Karim o põe no chão suavemente, mas continua colado a ele, a respiração pesada de ambos enchendo o silêncio. Théo, ainda uma bagunça, recupera o fôlego, com os jeans meio abaixados, as bochechas vermelhas. Ele encara Karim e, de repente, a raiva volta. “Jura para mim, Karim,” ele solta, com a voz quebrada, mas determinada. “Jura para mim que você nunca mais vai fazer o que fez na frente do seu amigo. Não vai mais me jogar fora como lixo?” Karim, ainda ofegante, o olha nos olhos e acena com a cabeça, sério. “Eu juro, Théo. Eu não serei mais um idiota.” Théo, desconfiado, mas querendo acreditar, apenas acena com a cabeça. Eles ficam lá, no estacionamento, dois garotos perdidos que sabem que a história deles não vai ser simples, mas que não conseguem parar de continuar.