História de um clube gay árabe: O gajo giro ignora toda a gente por um gajo árabe com tesão
Publicado em 17/04/2026
O Romuald é um tipo - mais bonito do que ele, não se encontra. Quando vou à discoteca com ele, o segurança vê-nos de longe e faz-nos entrar antes de todos os outros. Ouço os rapazes na fila a dizer "aquele é uma bomba" e os invejosos a dizer "ali está a princesa". Lá dentro, os gajos mais giros de Paris estão a olhar para ele. Há uma corte silenciosa à volta dele. Eu, o filho dele, invejo-o.
"E o Renato?" Pergunto-lhe (um tipo muito giro com quem saiu e que deixou ao fim de uma semana).
- "Não, não gosto dele. Pila pequena."
- "A sério... ouvi dizer que ele era bem dotado."
- "18 cm para mim? Isso não é uma boa pila."
- "Sim, mas... o Renato é uma bomba..."
Na verdade, o Renato estava a uns 100 metros da nossa secção VIP, a observar-nos enquanto bebia os seus Black Gins. Ele estava a olhar para o Romuald como se estivesse esmagado.
- "E o Rodolphe, o holandês? Ele também era bom, também o deixaste?"
- "Lol... pila pequena também."
- "Ok... então para ti esse é um critério muito importante..."
- "Sim."
À medida que a noite avança, a multidão de gajos bons à volta dele continua a crescer. Todos os gajos mais giros da Europa estão a olhar para ele. Há até um casal de cabedais que tirou a camisa para mostrar os seus corpos perfeitos.
- "Porra, olha para eles! !"
- "Sim, não é mau, mas é um pouco demais."
Romuald parece mais interessado num tipo lá atrás, com uma camisola cinzenta. É um árabe alto, um pouco corpulento (nem sequer sabíamos o que ele estava a fazer ali).
- "Para quem estás a olhar?" pergunto eu
- "Aquele tipo ali de cinzento."
Começo a rir-me...
- "Para ele? Estás doido, ele é básico. Com todas as bombas aqui, é esse que escolhes?"
- "Ele é sexy."
Depois de o ter olhado durante algum tempo, o árabe repara e levanta o copo timidamente. Romuald sorri e faz-lhe sinal para que se aproxime.
O árabe alto, um pouco surpreendido, sai da sua mesa e junta-se a nós.
- Boa noite.
- "Olá, chamo-me Romuald".
- "Chamo-me Samir. Bela discoteca. Não estou habituado a lugares como este, mas fui convidado pelo primo do dono, conheço-o bem."
- "Mas tu és gay? Não me parece."
- "Não, sou bi."
- "Tens uma namorada?"
- "Sim, mas acabámos há pouco tempo."
Enquanto conversam, todos os gajos jeitosos que estão por perto mexericam e observam Samir.
Depois, Romuald sussurra-lhe qualquer coisa ao ouvido. Os dois levantam-se e saem da sala VIP, deixando-me sozinho.
"Kevin, vamos ao bar buscar qualquer coisa, já voltamos", diz-me ele.
- "Está bem."
Ele volta 30 minutos depois sem o Samir, com um ar completamente desorientado (nunca o tinha visto assim).
- "Então, onde está o Samir?"
- "Não, foi-se embora."
- "O que é que fizeste com ele?"
- "Chupei-o na casa de banho."
- "Oh..."
Ele olha para mim com um raro sorriso de puta (ele quase nunca sorri, juro).
"Eu nunca chupei um pau tão bem na minha vida."
- "Não pode ser..."
- "ENORME... devia ter uns 25 cm... grosso como o raio, insano... eu chupava-o como uma louca, ele cuspia-me na boca, insultava-me em árabe... nunca tinha gostado tanto de uma coisa."
- "Ele fodeu-te?"
- "Ele estava demasiado excitado, veio-se na minha boca... porra, aquele esperma grosso, a quantidade era louca... tipo uma garrafa inteira."
- "Vais voltar a vê-lo?"
- "Claro... estás doida? Anda, vamos embora."
- "Já?"
- "Sim, estou farto disto, este sítio já é aborrecido."
Levantamo-nos. De repente, o casal de cabedais de há pouco aproxima-se de nós. Um deles fala com Romuald:
"Olá, princesa. Estiveste a provocar-nos toda a noite, sua cabra. Só para que saibas, fomos Mister São Francisco dois anos seguidos. E tens a lata de nos ignorar e ir foder um árabe qualquer na casa de banho? Vou pôr-te na lista negra em todo o lado, conhecemos muita gente".
- "Lol... sofás de cabedal ali", responde Romuald
- "Sua cabra, ainda tens esperma árabe na tua boca"
- "Claro que sim."