Harém gay em Paris: O casting secreto do alfa supremo
Publicado em 24/04/2026
Chamo-me Hector, tenho 22 anos, sou homossexual e aparentemente muito bem parecido. Acabei de me mudar para Paris com a ajuda de um amigo, François, que conhece pessoas.
Alguns dias depois, tomamos uma bebida. Falamos de tudo e depois, eventualmente, de sexo.
Digo-lhe que gosto muito de homens árabes.
Ele olha para mim com um sorriso misterioso e diz:
- "Em Paris... há o Toufik."
- "Quem é esse?"
- "Ah... o príncipe."
- "O que é que isso quer dizer?"
- "O gajo árabe mais quente de Paris."
- "Boa... apresenta-me."
- "Não encontras o Toufik. Ele não está online. Não tem redes sociais. E não te posso dar o número dele."
- "Então como é que o conheço?"
- "Passas num casting."
- "O quê??"
- "Nem dinheiro, nem pornografia... só o Toufik. Se queres ser um dos seus rapazes, tens de o merecer."
- "Ele tem rapazes?"
- "Sim. Um círculo inteiro. Cerca de 25 rapazes."
Estou chocada... mas curiosa.
No dia seguinte, apareço bem vestido, nervoso.
Entro.
Abre um homem, magro, bonito.
- Entra. Chamo-me Sébastien. Um dos seus rapazes."
Entramos numa sala grande.
Há homens por todo o lado. Meio nus, relaxados, confiantes.
Depois vejo-o.
Toufik.
Alto, poderoso, presença calma. Não é vistoso - apenas dominante sem tentar.
Ele olha para mim:
- "És o Hector?"
Eu aceno com a cabeça.
- "Tens ar de quem vai a uma entrevista de emprego."
- "O respeito é importante."
Ele sorri.
- "Boa resposta. Gosto de ti."
Ele estuda-me.
- "Tens potencial."
Tudo à volta se desvanece.
É apenas ele a testar-me, em silêncio.
Então, finalmente:
- "Eu tenho 25 rapazes... agora 26".
E com um ligeiro sorriso:
- "Na próxima semana... veremos o que realmente vales".
Aceno com a cabeça.
Do outro lado da sala, um dos rapazes olha para mim com frieza.
O favorito.
Sim... isto ia ser uma guerra.